Thiago Zavaschi R2 www.zavaschi.com

10May/130

Analysis Services Internals – Formula e Storage Engines (e como funciona o cache?)

Olá pessoal!

O tópico de hoje é para servir de base a todos que desejam conhecer um pouco mais de como o servidor do Analysis Services (SSAS) trabalha por trás dos panos.

Existem diversos mecanismos internos que são responsáveis / interagem no processamento de uma query que é enviada ao servidor de análise (o processo detalhado de execução de uma query vou abordar em um tópico futuro específico): XMLA Listener, Formula Engine, Storage Engine e assim por diante.

Esse post abordará sobre o que é e para que servem a Formula e a Storage Engine.

22Apr/132

Sharepoint e Reporting Services – O que é suportado?

Olá pessoal, depois de um longo e tenebroso inverno (leia-se: muito trabalho aqui no time de engenharia) estou de volta e pretendo postar sobre os casos com que lido e continuar algumas séries de posts antigas aqui do blog.

O ponto que quero abordar hoje é sobre a suportabilidade da integração do SharePoint com o Reporting Services.

É de senso comum de quem trabalha com as tecnologias de Business Intelligence da Microsoft saber que o Reporting Services pode ser configurado para trabalhar de modo autônomo (modo nativo) ou em modo integrado ao SharePoint. No entanto nem sempre fica claro quais são as restrições de versões para essa compatibilidade.

Por exemplo: Posso usar o Reporting Services do SQL Server 2008 R2 com o SharePoint 2010? E com o SharePoint 2013? E se for o SQL Server 2008? E a versão dos Add-ins?

Este post serve para elucidar estes casos. Este post é baseado no seguinte pedaço do books online (em inglês): http://msdn.microsoft.com/en-us/library/dc6a3372-db26-43f0-b7aa-f725acc635c2

5Jul/120

SQL Server Analysis Services – Query Log 2000 x 2005+

Olá pessoal,

Estando no time de suporte premier da Microsoft recebo muitos chamados de clientes que desejam migrar seu Analysis Services do 2000 para versões mais recentes como o 2008 R2 e 2012.

Uma dúvida comum é sobre as diferenças entre a versão 2000 e as demais.

Hoje falaremos das principais diferenças do query log do SSAS 2000 para os SSAS posteriores.

O SSAS possui capacidade de logar informações sobre as queries que são disparadas contra o servidor (não estou falando do Profiler (traces) e nem do Flight Recorder (que também é um trace)) conhecido como query log.

O SSAS não armazena evetivamente a query executada, porém armazena informações sobre quais atributos e measures foram utilizadas, que mais tarde pode ser utilizada pelo wizard de otimização baseado em uso.

O SSAS 2005 (e os posteriores) não loga as queries na tabela de log de queries por padrão. Para fazer o log você deve explicitamente ativar esse recurso nas propriedades do SSAS.

A partir do SSAS 2005 não é possível utilizar o Access como repositório para o log de queries. Obrigatoriamente você terá de usar uma database do SQL Server para isso.

O SQL Server não precisa residir no mesmo computados que o SSAS.

O Analysis Services não utiliza mais o registro do windows para armazenar suas propriedades. Todas as propriedades do servidor SSAS que controlam o comportamento do query log são acessíveis através do Management Studio ou através da modificação do arquivo de configuração do SSAS.

O formato (campos e tipos de dados) da tabela de log mudou. Se você utiliza para algum outro fim, você precisará ajustar seus scripts personalizados.

Para maiores informações sobre como configurar o query log do SSAS segue o link (em inglês):

http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc917676.aspx

Obrigado!

19Apr/122

SQL Server Reporting Services – Trace Log e HTTP Log

Olá!

Assim como a engine do SQL Server e muitos outros produtos (Microsoft ou não), estes possuem um log de trace sobre o que acontece com o aplicativo/serviço, não acontece diferente no Reporting Services.

Os arquivos de trace log do Reporting Services variam de acordo com a versão do SQL Server. Até o SQL Server 2005 (onde ainda tinhamos dependência do IIS para o SSRS) haviam 4 tipos de arquivos de log que por padrão são limitados a 32MB por arquivo e são automaticamente deletados após 14 dias. Estes arquivos são texto plano, então qualquer editor de texto consegue abrir.

17Apr/120

Hierarquias no Analysis Services

Olá!

Hoje irei comentar um pouco sobre hierarquias no Analysis Services, seus benefícios e alguns dos parâmetros importantes quando definimos/criamos uma.

Os elementos que compõem uma dimensão são chamados de atributos. Estas dimensões são responsáveis por dar contexto às medidas (measures) numéricas contidas no cubo (total de vendas, quantidade de vendas ano sobre ano, entre outras de acordo com o seu negócio) e muitas vezes podem conter dezenas de atributos.

Com uma grande quantidade de atributos pode ser complicado a um usuário de uma ferramenta de análise (Excel por exemplo) navegar por estes atributos. Para facilitar esta navegação, podem ser criadas hierarquias dentro destas dimensões. Além de facilitar a navegação (drill down e drill up), o SSAS consegue se utilizar destas hierarquias (desde que os atributos tenham um relacionamento natural) para criar índices e agregações pré-calculadas e assim agilizar o tempo de resposta das queries dos usuários.

12Apr/123

Análise de Performance no Reporting Services (SSRS)

Olá pessoal,

O servidor de relatórios contido na suíte do SQL Server é muito usado e há uma série de características sobre ele que não usamos ou que desconhecemos que existe.

Hoje vou comentar sobre um dos pontos iniciais a se olhar quando são identificados problemas relacionados a performance no SSRS e indicar um direcionamento para a análise.

O primeiro ponto que podemos olhar é o Execution Log que nos provê dados relacionados às execuções de relatórios no servidor.

4Apr/120

Alterando o local de armazenamento dos snapshots do Reporting Services (SSRS)

Olá pessoal!

O Reporting Services (SSRS) possui diversos recursos associados a gestão, entrega e administração dos relatórios criados nele, não é apenas uma engine para renderização dos mesmos.

Um recurso que é muito interessante no SSRS é a capacidade de armazenar snapshots de relatórios para posterior consulta de uma informação baseada em dados de um tempo passado (“frozen in time data”).

Por padrão os snapshots ficam armazenados em uma base de dados do SSRS. O Reporting Services possui duas databases cujos nomes e principais funções são:

  • ReportServer: Responsável por armazenar partes da configuração do SSRS (outras partes são armazenadas em arquivos de configuração), metadados e definições de relatórios, configurações de segurança, dados de agendamento e entrega de relatórios, etc. É nesta database que se os snapshots são armazenados por padrão.
  • ReportServerTempDB: Base de dados utilizada para armazenamento do cache, processamento intermediário, etc. A perda dos dados desta database não deve afetar o funcionamento normal do SSRS. O que pode impactar os usuários é: lentidão até ter um novo cache armazenado (se configurado), e um erro dizendo que a conexão se perdeu (rsExecutionNotFound). Algo importante de lembrar é que o SSRS não faz a reconstrução desta base de dados. Então pode ser interessante ter um script para reconstrução da mesma à mão. :)

Muitas das vezes, vulgo 100%, não deseja-se perder estas informações. Uma alternativa para quem quer armazenar estas informações de snapshot em outro local é armazená-los no file system (observação: foi utilizado o SSRS do 2008 no exemplo).

Para isso são necessários dois passos:

1) No arquivo de configuração RSReportServer.config coloque como “True” os parâmetros: WebServiceUseFileShareStorage e WindowsServiceUseFileShareStorage.

2) Configure o parâmetro FileShareStorageLocation para um caminho completo, exemplo: “C:\SSRSSnapshots”. O caminho padrão é: “C:\Program Files\Microsoft SQL Server\MSRS10.MSSQLSERVER\Reporting Services\RSTempFiles”.

É isso. :)

[]s!

20Mar/122

Performance no SQL Server Analysis Services (SSAS)

É muito comum existirem dúvidas por parte dos profissionais que trabalham com a plataforma de dados ao saírem do mundo relacional para o mundo multidimensional. Em geral, estas dúvidas giram em torno de “como” fazer, já que é um paradigma “novo”.

Após algum tempo de projeto e execução de testes com carga em produção, ou mesmo com as bases multidimensionais (a.k.a. cubos, lembrando que uma base pode conter mais de um cubo) indo para produção é que surgem outros tipos de dúvidas, principalmente ligadas a desempenho.

Primeiro ponto é que ao “tunarmos” nosso servidor de análise devemos reparar que é dois “tempos” que necessitam de otimização: tempo de processamento do cubo e tempo de resposta da query.

As otimizações necessárias para ambos os casos são bem diferentes. Os pontos de atenção são:

Projeto da estruturação física do cubo: Podemos fazer grandes avanços na otimização de query, mas em geral um bom projeto do cubo segundo as definições do Kimball é o que dará ganhos muitos bons quanto ao desempenho.

Otimização da query (query tuning): A interação (requisão) com o servidor OLAP é feita através de queries MDX (multidimensional expressions), enviadas por ferramentas clientes (reporting services, excel, etc.). O tempo de demora da consulta é o que impacta diretamente o tempo de resposta para o usuário ter acesso à informação. Neste cenário o que podemos utilizar a nosso favor é a reescrita de queries MDX, agregações, cache, entre outros.

Otimização do tempo de processamento: Processar um cubo é a operação de atualização dos dados em uma base do SSAS. Ou seja, o usuário NÃO é impactado no tempo de resposta, mas sim na demora em obter dados atualizados. Aqui há uma série de ações que podem ser tomadas, inclusive tuning no relacional (consulta sobre o data warehouse – fontes de dados).

Bom pessoal, o post hoje era para mostrar os pontos de atenção quando vamos otimizar uma base de dados do SSAS.

Maiores informações podem ser encontradas (em inglês) no guia: SQL Server Analysis Services 2008 R2 Performance Guide, escrito pelo time do SQLCAT.

Grande abraço!

10Feb/1215

Workshop de Self-service BI Microsoft

Olá pessoal!

Para quem estava presente na minha palestra no SQL Saturday #100 (post da Viviane Ribeiro sobre o evento) deve lembrar que comentei que iria elaborar uma série de vídeos sobre PowerPivot. Evoluí essa idéia e estou chamando de Workshop de Self-service BI que envolverá desde o início da criação do modelo da solução, passando pela análise e entregando isso através de um portal corporativo.

A sugestão é a seguinte (lembrando que junto aos vídeos teremos o scripts e materiais mostrados para download):

  • Aula 01 - Introdução a Self-Service BI e ao PowerPivot
    • O que é?
    • Versões
    • Requisitos
    • Onde Baixar?
    • Conceitos
    • Criando meu primeiro modelo
    • Trabalhando com PivotTables/Charts no PowerPivot
  • Aula 02 - Expandindo o modelo do PowerPivot
    • Tabelas
    • Colunas Calculadas
    • Relacionamentos
    • Medidas
    • Indicadores
    • Drill Through
    • Hierarquias
  • Aula 03 - DAX
    • Introdução ao DAX
    • Sintaxe
    • Tipos de Dados
    • Operadores
  • Aula 04 - DAX II
    • Tipos de Funções
    • Funções DAX comuns
  • Aula 05 - DAX III
    • Entendendo o contexto de resolução
    • Contexto de linha (Row Context)
    • Contexto de filtro (Filter Context)
    • Função CALCULATE
    • Função ALL e ALLEXCEPT
    • Função FILTER
    • Segmentadores de Dados (slicers) e Filtros
  • Aula 06 - DAX IV
    • Entendendo as Time Intelligence Functions
    • Usando Time Intelligence Functions
  • Aula 07 - DAX V
    • Relacionamentos muitos para muitos (many to many)
    • Função SUMMARIZE
  • Aula 08 - Colaboração
    • Disponibilizando a análise para a corporação
    • Conhecendo o PowerPivot for SharePoint
    • Galeria do PowerPivot (PowerPivot Gallery)
    • Atualização automática (Data Refresh)
    • Controle de TI sobre
      • Análises realizadas
      • Atualizações de dados
      • Uso de recursos do servidor
  • Aula 09 - Expandindo a Análise com o Power View
    • Introdução ao PowerView
    • Consumindo um modelo do PowerPivot
    • Exportando para o PowerPoint
  • Aula 10 - Arquitetura do PowerPivot
    • Arquitetura do Cliente (PowerPivot for Excel)
    • Vertipaq
    • Armazenamento interno
    • Arquitetura do Servidor (PowerPivot for SharePoint)
  • Aula 11 - Instalação do PowerPivot for SharePoint
    • Novo Servidor
    • Servidor existente

Se vocês quiserem sugerir pontos que acham importantes, podem fazer nos comentários! A gravação deve começar na próxima semana. :)

Preciso de um local para fazer o upload dos vídeos e materiais. Estou estudando ainda, mas acredito que youtube não será uma boa opção, pois as aulas serão de 15 a 40 minutos cada. Sugestões serão bem vindas!

É isso pessoal! Grande Abraço!
Thiago Zavaschi

2Aug/110

Semana Acadêmica de Ciência da Computação –PUC-PR – 2011

Olá pessoal!

Tive o prazer de ser convidado pelo Nikolas (@nikolasmoya) para dar uma palestra na semana acadêmica de Ciência da Computatação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

O evento ocorreu ao longo da semana passada e a minha palestra foi na segunda-feira (25/07). Particularmente para mim foi muito bacana pois pude retornar a universidade na qual me formei (em ciência da computação!) e onde fiz meu mestrado em informática também!

O tema foi sobre Business Intelligence. Hoje nas corporações é um tema muito relevante e recorrente, maso meu desafio foi como tratar do assunto quando estamos falando com estudantes (e de noite, quando já estão cansados)?

Procurei fazer algo um pouco mais descontraído e acho que o resultado foi bem bacana.

Segue a apresentação e os links que coloquei como referência nos slides:

Download da apresentação

− Centros de Treinamento TechNet/MSDN
http://technet.microsoft.com/pt-br/treinamento

− TechEd - www.techedbrasil.com.br

http://powerpivotfaq.com

http://ssas-info.com

http://powerpivot-info.com

www.microsoft.com/bi

www.powerpivot.com

Abraços e espero os próximos anos!

Lembrando que ao longo dessa semana temos a semana de SQL Server (http://bit.ly/kQY8Zl) e hoje a noite palestro sobre BISM e a nova versão do PowerPivot (self-service BI)!

[]s
Thiago Zavaschi