Thiago Zavaschi R2 www.zavaschi.com

10May/130

Analysis Services Internals – Formula e Storage Engines (e como funciona o cache?)

Olá pessoal!

O tópico de hoje é para servir de base a todos que desejam conhecer um pouco mais de como o servidor do Analysis Services (SSAS) trabalha por trás dos panos.

Existem diversos mecanismos internos que são responsáveis / interagem no processamento de uma query que é enviada ao servidor de análise (o processo detalhado de execução de uma query vou abordar em um tópico futuro específico): XMLA Listener, Formula Engine, Storage Engine e assim por diante.

Esse post abordará sobre o que é e para que servem a Formula e a Storage Engine.

27Jul/121

SSIS Package Configuration (XML File) – Trocando a Connection String entre Servidores

Olá!

Uma dúvida comum que sempre surge quando vou atender um caso de SQL Server Integration Services (SSIS) é:

Ok Thiago desenvolvi 100 (leia-se muitos) pacotes no SSIS, porém toda a vez que vou fazer o deploy destes pacotes em homologação e produção eu tenho que ficar mudando as connection strings. Como proceder?”

O SSIS tem um mecanismo para ajudar neste sentido chamado SSIS Package Configuration, onde é possível salvar a suas configurações em um arquivo XML, variável de ambiente ou até mesmo em uma tabela do SQL Server que contenha os valores.

No artigo de hoje vou abordar apenas a configuração através de arquivo XML.

Mas então, como fazer?

Desenvolva seu pacote normalmente. Utilizando os Data Sources de desenvolvimento e associando os respectivos Connection Managers a eles da forma que for necessária ao seu fluxo.

Agora o que precisamos fazer é criar um arquivo de configuração XML que conterá os dados que os data sources utilizarão ao invés do que você configurou previamente.

Esta configuração você fará para o primeiro pacote e depois reutilizará o mesmo arquivo de configuração para os demais pacotes.

5Jul/120

SQL Server Analysis Services – Query Log 2000 x 2005+

Olá pessoal,

Estando no time de suporte premier da Microsoft recebo muitos chamados de clientes que desejam migrar seu Analysis Services do 2000 para versões mais recentes como o 2008 R2 e 2012.

Uma dúvida comum é sobre as diferenças entre a versão 2000 e as demais.

Hoje falaremos das principais diferenças do query log do SSAS 2000 para os SSAS posteriores.

O SSAS possui capacidade de logar informações sobre as queries que são disparadas contra o servidor (não estou falando do Profiler (traces) e nem do Flight Recorder (que também é um trace)) conhecido como query log.

O SSAS não armazena evetivamente a query executada, porém armazena informações sobre quais atributos e measures foram utilizadas, que mais tarde pode ser utilizada pelo wizard de otimização baseado em uso.

O SSAS 2005 (e os posteriores) não loga as queries na tabela de log de queries por padrão. Para fazer o log você deve explicitamente ativar esse recurso nas propriedades do SSAS.

A partir do SSAS 2005 não é possível utilizar o Access como repositório para o log de queries. Obrigatoriamente você terá de usar uma database do SQL Server para isso.

O SQL Server não precisa residir no mesmo computados que o SSAS.

O Analysis Services não utiliza mais o registro do windows para armazenar suas propriedades. Todas as propriedades do servidor SSAS que controlam o comportamento do query log são acessíveis através do Management Studio ou através da modificação do arquivo de configuração do SSAS.

O formato (campos e tipos de dados) da tabela de log mudou. Se você utiliza para algum outro fim, você precisará ajustar seus scripts personalizados.

Para maiores informações sobre como configurar o query log do SSAS segue o link (em inglês):

http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc917676.aspx

Obrigado!

24Apr/124

Gestão de Memória no Reporting Services

Olá pessoal :)

Uma dúvida muito comum que recebo é: posso por o meu servidor de relatórios (Reporting Services) no mesmo servidor de base de dados (database engine). A resposta é: claro que pode…. tecnicamente, mas dependendo da demanda, não é uma boa estratégia quando o objetivo é performance.

O foco aqui será a questão da gestão da memória RAM, mas o fato de usar o mesmo servidor também tem impacto na parte de processamento (vamos deixar isso para um post futuro abordando arquitetura :) ).

É fato que a engine relacional do SQL Server utiliza toda a memória disponível para ele, seja com cache de dados, planos e etc. A questão é que o Reporting Services também tenta fazer isso. E a velha máxima persiste: dois corpos não podem ocupar o mesmo local no espaço ao mesmo tempo.

Ok.. ok… traduzindo: a mesma porção de memória não pode ser ocupada por dois processos ao mesmo tempo.

19Apr/122

SQL Server Reporting Services – Trace Log e HTTP Log

Olá!

Assim como a engine do SQL Server e muitos outros produtos (Microsoft ou não), estes possuem um log de trace sobre o que acontece com o aplicativo/serviço, não acontece diferente no Reporting Services.

Os arquivos de trace log do Reporting Services variam de acordo com a versão do SQL Server. Até o SQL Server 2005 (onde ainda tinhamos dependência do IIS para o SSRS) haviam 4 tipos de arquivos de log que por padrão são limitados a 32MB por arquivo e são automaticamente deletados após 14 dias. Estes arquivos são texto plano, então qualquer editor de texto consegue abrir.

18Apr/120

Licenciamento no SQL Server 2012

Depois da série sobre licenciamento no SQL Server 2008 R2, muitos me perguntaram o que mudou no 2012.

Houveram diversas mudanças com objetivo de facilitar o licenciamento, tanto em cenários virtualizados ou físicos.

A Lívia Sarto que trabalha no time de produto de SQL Server na Microsoft Brasil fez três posts explicando as principais mudanças. Vale a pena a leitura, ainda que sejamos técnicos é algo interessante de se saber ao menos o básico!

Licenciando o SQL Server 2012 – Part I

Licenciando o SQL Server 2012 – Part II

Licenciando o SQL Server 2012 – Part III

Em breve teremos novos posts lá sobre licenciamento, então fiquem ligados. :)

Grande abraço!
Thiago Zavaschi

17Apr/120

Hierarquias no Analysis Services

Olá!

Hoje irei comentar um pouco sobre hierarquias no Analysis Services, seus benefícios e alguns dos parâmetros importantes quando definimos/criamos uma.

Os elementos que compõem uma dimensão são chamados de atributos. Estas dimensões são responsáveis por dar contexto às medidas (measures) numéricas contidas no cubo (total de vendas, quantidade de vendas ano sobre ano, entre outras de acordo com o seu negócio) e muitas vezes podem conter dezenas de atributos.

Com uma grande quantidade de atributos pode ser complicado a um usuário de uma ferramenta de análise (Excel por exemplo) navegar por estes atributos. Para facilitar esta navegação, podem ser criadas hierarquias dentro destas dimensões. Além de facilitar a navegação (drill down e drill up), o SSAS consegue se utilizar destas hierarquias (desde que os atributos tenham um relacionamento natural) para criar índices e agregações pré-calculadas e assim agilizar o tempo de resposta das queries dos usuários.

12Apr/123

Análise de Performance no Reporting Services (SSRS)

Olá pessoal,

O servidor de relatórios contido na suíte do SQL Server é muito usado e há uma série de características sobre ele que não usamos ou que desconhecemos que existe.

Hoje vou comentar sobre um dos pontos iniciais a se olhar quando são identificados problemas relacionados a performance no SSRS e indicar um direcionamento para a análise.

O primeiro ponto que podemos olhar é o Execution Log que nos provê dados relacionados às execuções de relatórios no servidor.

4Apr/120

Alterando o local de armazenamento dos snapshots do Reporting Services (SSRS)

Olá pessoal!

O Reporting Services (SSRS) possui diversos recursos associados a gestão, entrega e administração dos relatórios criados nele, não é apenas uma engine para renderização dos mesmos.

Um recurso que é muito interessante no SSRS é a capacidade de armazenar snapshots de relatórios para posterior consulta de uma informação baseada em dados de um tempo passado (“frozen in time data”).

Por padrão os snapshots ficam armazenados em uma base de dados do SSRS. O Reporting Services possui duas databases cujos nomes e principais funções são:

  • ReportServer: Responsável por armazenar partes da configuração do SSRS (outras partes são armazenadas em arquivos de configuração), metadados e definições de relatórios, configurações de segurança, dados de agendamento e entrega de relatórios, etc. É nesta database que se os snapshots são armazenados por padrão.
  • ReportServerTempDB: Base de dados utilizada para armazenamento do cache, processamento intermediário, etc. A perda dos dados desta database não deve afetar o funcionamento normal do SSRS. O que pode impactar os usuários é: lentidão até ter um novo cache armazenado (se configurado), e um erro dizendo que a conexão se perdeu (rsExecutionNotFound). Algo importante de lembrar é que o SSRS não faz a reconstrução desta base de dados. Então pode ser interessante ter um script para reconstrução da mesma à mão. :)

Muitas das vezes, vulgo 100%, não deseja-se perder estas informações. Uma alternativa para quem quer armazenar estas informações de snapshot em outro local é armazená-los no file system (observação: foi utilizado o SSRS do 2008 no exemplo).

Para isso são necessários dois passos:

1) No arquivo de configuração RSReportServer.config coloque como “True” os parâmetros: WebServiceUseFileShareStorage e WindowsServiceUseFileShareStorage.

2) Configure o parâmetro FileShareStorageLocation para um caminho completo, exemplo: “C:\SSRSSnapshots”. O caminho padrão é: “C:\Program Files\Microsoft SQL Server\MSRS10.MSSQLSERVER\Reporting Services\RSTempFiles”.

É isso. :)

[]s!

10Feb/1215

Workshop de Self-service BI Microsoft

Olá pessoal!

Para quem estava presente na minha palestra no SQL Saturday #100 (post da Viviane Ribeiro sobre o evento) deve lembrar que comentei que iria elaborar uma série de vídeos sobre PowerPivot. Evoluí essa idéia e estou chamando de Workshop de Self-service BI que envolverá desde o início da criação do modelo da solução, passando pela análise e entregando isso através de um portal corporativo.

A sugestão é a seguinte (lembrando que junto aos vídeos teremos o scripts e materiais mostrados para download):

  • Aula 01 - Introdução a Self-Service BI e ao PowerPivot
    • O que é?
    • Versões
    • Requisitos
    • Onde Baixar?
    • Conceitos
    • Criando meu primeiro modelo
    • Trabalhando com PivotTables/Charts no PowerPivot
  • Aula 02 - Expandindo o modelo do PowerPivot
    • Tabelas
    • Colunas Calculadas
    • Relacionamentos
    • Medidas
    • Indicadores
    • Drill Through
    • Hierarquias
  • Aula 03 - DAX
    • Introdução ao DAX
    • Sintaxe
    • Tipos de Dados
    • Operadores
  • Aula 04 - DAX II
    • Tipos de Funções
    • Funções DAX comuns
  • Aula 05 - DAX III
    • Entendendo o contexto de resolução
    • Contexto de linha (Row Context)
    • Contexto de filtro (Filter Context)
    • Função CALCULATE
    • Função ALL e ALLEXCEPT
    • Função FILTER
    • Segmentadores de Dados (slicers) e Filtros
  • Aula 06 - DAX IV
    • Entendendo as Time Intelligence Functions
    • Usando Time Intelligence Functions
  • Aula 07 - DAX V
    • Relacionamentos muitos para muitos (many to many)
    • Função SUMMARIZE
  • Aula 08 - Colaboração
    • Disponibilizando a análise para a corporação
    • Conhecendo o PowerPivot for SharePoint
    • Galeria do PowerPivot (PowerPivot Gallery)
    • Atualização automática (Data Refresh)
    • Controle de TI sobre
      • Análises realizadas
      • Atualizações de dados
      • Uso de recursos do servidor
  • Aula 09 - Expandindo a Análise com o Power View
    • Introdução ao PowerView
    • Consumindo um modelo do PowerPivot
    • Exportando para o PowerPoint
  • Aula 10 - Arquitetura do PowerPivot
    • Arquitetura do Cliente (PowerPivot for Excel)
    • Vertipaq
    • Armazenamento interno
    • Arquitetura do Servidor (PowerPivot for SharePoint)
  • Aula 11 - Instalação do PowerPivot for SharePoint
    • Novo Servidor
    • Servidor existente

Se vocês quiserem sugerir pontos que acham importantes, podem fazer nos comentários! A gravação deve começar na próxima semana. :)

Preciso de um local para fazer o upload dos vídeos e materiais. Estou estudando ainda, mas acredito que youtube não será uma boa opção, pois as aulas serão de 15 a 40 minutos cada. Sugestões serão bem vindas!

É isso pessoal! Grande Abraço!
Thiago Zavaschi