Thiago Zavaschi R2 www.zavaschi.com

11Aug/140

SQL Saturday #325 – Estarei presente!

Olá pessoal,

Com grande alegria comunico que estarei presente ao SQL Saturday #325 que será realizado dia 27 de setembro de 2014 em São Paulo.

Irei realizar duas palestras:

Junte, manipule e conecte dados com o Power Query
Conheça essa poderosa ferramenta para recuperar dados de diferentes fontes e prepará-los para análise. Parte da suíte de Power BI da Microsoft. Em muitos casos pode ser considerada uma ferramenta de "self-service ETL", podendo trazer e manipular dados de Hadoop, Facebook, fontes relacionais, entre muitas outras.

Analysis Services Internals
Se você quer conhecer mais sobre o Analysis Services (SSAS) internamente, arquitetura e como ele lida com memória, arquivos e threads essa é a sua sessão!

 

Não sabe o que é o SQL Saturday (SQLSat)?

Veja a descrição do próprio site do evento:

"SQLSaturday é um evento de capacitação para profissionais de SQL Server, Business Intelligence e aqueles que querem aprender sobre o universo da Plataforma de dados da Microsoft. Este evento será realizado em 27 de setembro de 2014, na UNIP Tatuapé, Rua Antônio Macedo, 505 - Parque São Jorge, Tatuapé - São Paulo - SP, São Paulo, 03087-040, Brasil. A entrada ao evento é gratuita, todos os custos são cobertos por doações e patrocínios. Os lugares são limitados, registre-se para garantir sua vaga, e compartilhe com os outros para que todos possam comparecer."

O link para as inscrições é o seguinte (já está praticamente lotado):

http://www.sqlsaturday.com/325/eventhome.aspx

Obrigado e aguardo vocês lá!

26Apr/140

SQL Saturday #284 – Porto Alegre

Olá pessoal,

Hoje estamos tendo a edição #284 do SQL Saturday (Porto Alegre).
Fiz uma apresentação sobre MDX (ainda há muito chão para ele mesmo com o DAX), e aqui disponibilizo os materiais.

Materiais download

Obrigado a todos os presentes! :)

Tagged as: , , No Comments
23Oct/133

Whitepaper de Performance Tuning para o Modelo Tabular do SSAS 2012

Olá pessoal,

Este post é apenas para informar que já foi lançado o Performance Guide para o modelo tabular do Analysis Service 2012. Recebi já muitas perguntas sobre ele e aqui está.

Performance Tuning of Tabular Models in SQL Server 2012 Analysis Services

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/dn393915.aspx

Enjoy!

PS: Esse post ficou algum tempo nos drafts, o guide já saiu há alguns meses e em breve teremos atualização para cobrir servidores NUMA.

5Jul/120

SQL Server Analysis Services – Query Log 2000 x 2005+

Olá pessoal,

Estando no time de suporte premier da Microsoft recebo muitos chamados de clientes que desejam migrar seu Analysis Services do 2000 para versões mais recentes como o 2008 R2 e 2012.

Uma dúvida comum é sobre as diferenças entre a versão 2000 e as demais.

Hoje falaremos das principais diferenças do query log do SSAS 2000 para os SSAS posteriores.

O SSAS possui capacidade de logar informações sobre as queries que são disparadas contra o servidor (não estou falando do Profiler (traces) e nem do Flight Recorder (que também é um trace)) conhecido como query log.

O SSAS não armazena evetivamente a query executada, porém armazena informações sobre quais atributos e measures foram utilizadas, que mais tarde pode ser utilizada pelo wizard de otimização baseado em uso.

O SSAS 2005 (e os posteriores) não loga as queries na tabela de log de queries por padrão. Para fazer o log você deve explicitamente ativar esse recurso nas propriedades do SSAS.

A partir do SSAS 2005 não é possível utilizar o Access como repositório para o log de queries. Obrigatoriamente você terá de usar uma database do SQL Server para isso.

O SQL Server não precisa residir no mesmo computados que o SSAS.

O Analysis Services não utiliza mais o registro do windows para armazenar suas propriedades. Todas as propriedades do servidor SSAS que controlam o comportamento do query log são acessíveis através do Management Studio ou através da modificação do arquivo de configuração do SSAS.

O formato (campos e tipos de dados) da tabela de log mudou. Se você utiliza para algum outro fim, você precisará ajustar seus scripts personalizados.

Para maiores informações sobre como configurar o query log do SSAS segue o link (em inglês):

http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc917676.aspx

Obrigado!

17Apr/121

Hierarquias no Analysis Services

Olá!

Hoje irei comentar um pouco sobre hierarquias no Analysis Services, seus benefícios e alguns dos parâmetros importantes quando definimos/criamos uma.

Os elementos que compõem uma dimensão são chamados de atributos. Estas dimensões são responsáveis por dar contexto às medidas (measures) numéricas contidas no cubo (total de vendas, quantidade de vendas ano sobre ano, entre outras de acordo com o seu negócio) e muitas vezes podem conter dezenas de atributos.

Com uma grande quantidade de atributos pode ser complicado a um usuário de uma ferramenta de análise (Excel por exemplo) navegar por estes atributos. Para facilitar esta navegação, podem ser criadas hierarquias dentro destas dimensões. Além de facilitar a navegação (drill down e drill up), o SSAS consegue se utilizar destas hierarquias (desde que os atributos tenham um relacionamento natural) para criar índices e agregações pré-calculadas e assim agilizar o tempo de resposta das queries dos usuários.

20Mar/122

Performance no SQL Server Analysis Services (SSAS)

É muito comum existirem dúvidas por parte dos profissionais que trabalham com a plataforma de dados ao saírem do mundo relacional para o mundo multidimensional. Em geral, estas dúvidas giram em torno de “como” fazer, já que é um paradigma “novo”.

Após algum tempo de projeto e execução de testes com carga em produção, ou mesmo com as bases multidimensionais (a.k.a. cubos, lembrando que uma base pode conter mais de um cubo) indo para produção é que surgem outros tipos de dúvidas, principalmente ligadas a desempenho.

Primeiro ponto é que ao “tunarmos” nosso servidor de análise devemos reparar que é dois “tempos” que necessitam de otimização: tempo de processamento do cubo e tempo de resposta da query.

As otimizações necessárias para ambos os casos são bem diferentes. Os pontos de atenção são:

Projeto da estruturação física do cubo: Podemos fazer grandes avanços na otimização de query, mas em geral um bom projeto do cubo segundo as definições do Kimball é o que dará ganhos muitos bons quanto ao desempenho.

Otimização da query (query tuning): A interação (requisão) com o servidor OLAP é feita através de queries MDX (multidimensional expressions), enviadas por ferramentas clientes (reporting services, excel, etc.). O tempo de demora da consulta é o que impacta diretamente o tempo de resposta para o usuário ter acesso à informação. Neste cenário o que podemos utilizar a nosso favor é a reescrita de queries MDX, agregações, cache, entre outros.

Otimização do tempo de processamento: Processar um cubo é a operação de atualização dos dados em uma base do SSAS. Ou seja, o usuário NÃO é impactado no tempo de resposta, mas sim na demora em obter dados atualizados. Aqui há uma série de ações que podem ser tomadas, inclusive tuning no relacional (consulta sobre o data warehouse – fontes de dados).

Bom pessoal, o post hoje era para mostrar os pontos de atenção quando vamos otimizar uma base de dados do SSAS.

Maiores informações podem ser encontradas (em inglês) no guia: SQL Server Analysis Services 2008 R2 Performance Guide, escrito pelo time do SQLCAT.

Grande abraço!